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Capítulo 41
Cem fatos sobre a cura divina

Muitas pessoas crêem que Deus, às vezes, cura o doente, mas não têm conhecimento pessoal de Jesus como Médico, sempre presente para restaurar. Não sabem nada sobre os muitos fatos que provam que a saúde física é parte da salvação de todas as pessoas.

Vêem outros serem curados, mas perguntam se a cura é vontade de Deus para elas.

Aguardam uma revelação especial da vontade de Deus a respeito de seu caso particular. Nesse ínterim; fazem tudo ao alcance da ciência humana para ficarem sãs; recorrem aos meios naturais, duvidosas da opinião de Deus sobre a cura; se Ele quer que sejam curadas ou não.

Se não fosse a vontade de Deus que ficassem saudáveis seria errado que elas procurassem recuperar-se, mesmo por meios naturais.

Se fosse a vontade de Deus que ficassem saudáveis, seria errado que elas procurassem recuperar-se, mesmo por meios naturais.

Se fosse a vontade de Deus que ficassem saudáveis; é lógico dizer que a melhor maneira de restaurar a saúde é pelos meios divinos.

A Bíblia revela a vontade de Deus em relação à cura do corpo tão claramente como revela a vontade de Deus em relação à salvação da alma. Deus não precisa dar revelação especial de Sua vontade; já revelou claramente Sua vontade na Palavra (isto é, quando ele prometeu especificamente dar uma coisa).

Suas promessas de curar não só são uma revelação de Sua vontade de curar como também Suas promessas de salvar revelam Sua vontade de salvar.

Um estudo cuidadoso das Escrituras por uma pessoa sem preconceito demonstrará claramente que Deus é tanto Salvador como Médico de Seu povo. Sua vontade é sempre: salvar e curar aqueles que estão dispostos a servi-Lo.

Como evidência disso, chamamos sua atenção para os seguintes cem fatos:

1. A doença não é mais natural do que o pecado. Deus criou tudo muito bom (Gn 1.31). Portanto, não devemos procurar o remédio no pecado ou na doença natural, mas em Deus, que criou nos felizes, fortes, saudáveis e em comunhão com Ele.

2. O pecado e a doença entraram no mundo através da Queda. Portanto, nós devemos procurar a cura de ambos no Salvador.

3. Quando Deus tirou Seus filhos do Egito, fez uma aliança de cura com eles (Ex 15.26; 23.25). Ao longo de toda a sua história nós os encontramos sofrendo doenças, pestilências, voltando-se para Deus em arrependimento e confissão; e sempre, quando seus pecados eram perdoados, suas doenças eram curadas.

4. Em Números 21.8, Deus curou aqueles que foram picados pelas serpentes ardentes quando olhavam para uma serpente de bronze pendurada em uma estaca - uma tipificação do Calvário (Jo3.14,15). Se todo o que olhava para a serpente de bronze era curado, é lógico que todo aquele que olha para Jesus pode ser curado hoje.

5. Jesus disse: Como Moisés levantou a serpente no deserto assim (com o mesmo propósito) importa que o Filho do Homem seja levantado (Jo 3.14). (Veja Números 21.4-9).

6. Naquela ocasião, as pessoas haviam pecado contra Deus. A humanidade peca contra Deus hoje.

7. A picada da serpente venenosa resultou em morte naquela ocasião. O salário do pecado é a morte hoje (Rm 6.23).

8. O povo clamou a Deus, Ele ouviu seu clamor e proveu um remédio - a serpente levantada. Aqueles que clamam a Deus hoje descobrem que Deus tem ouvido seu clamor e lhes tem provido um remédio - Cristo levantado.

9. O remédio era para todo aquele que havia sido picado naquela ocasião. O remédio é para todo aquele que, hoje, ele crê (Jo 3.16).

10. Em seu remédio, eles receberam tanto perdão para os pecados como cura para o corpo. Em Cristo, nós recebemos tanto perdão para nossos pecados como cura para nosso o corpo doente hoje.

11. Não houve exceções naquela ocasião - o remédio de Deus era para todo aquele que havia sido picado. Não há hoje exceções hoje - o remédio de Deus é para todo aquele que crê.

12. Todos foram, individualmente, exortados a olhar para receber sua própria cura. Todos são exortados a crer somente em Cristo hoje.

13. Eles não precisaram suplicar a Deus nem Lhe fazer oferendas na ocasião. Havia uma única condição: olhar. Nós também não precisamos suplicar nem fazer oferendas a Cristo hoje. Há apenas uma condição: crer.

14. Não lhes foi dito para olharem para Moisés, mais para o remédio provido. Hoje, também não temos de olhar para o pregador, mas para Cristo.

15. Eles não deveriam olhar para os efeitos das mordeduras, mas para o remédio. Nós não devemos olhar para os sintomas de nossos pecados e doenças hoje, mas para o remédio – Cristo.

16. Será que viverá todo mordido que olhar para ela (Nm 21.8b)- foi a promessa a todos então, sem exceção. Todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.15) é a promessa a todos hoje, sem exceção.

17. Desde que sua maldição foi retirada quando o protótipo do Calvário foi levantado nossa maldição certamente foi retirada pelo próprio Calvário (Gl 3.13).

18. A tipificação do Calvário não poderia significar mais para os israelitas daquele tempo do que o Calvário significa para nós hoje. Com certeza podemos receber, pelo próprio Calvário, as bênçãos que eles receberam através daquilo que era apenas um protótipo do Calvário.

19. Em Salmos 91, Deus promete proteger para o nosso corpo e alma, se permanecêssemos Nele no Novo Testamento, João diz: acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde assim como é próspera a tua alma (3 Jo 2).

Essas passagens mostram que a vontade de Deus é que sejamos saudáveis tanto no corpo quanto na alma. A vontade de Deus jamais será que a nossa alma seja doente. A vontade de Deus jamais será que nosso corpo seja doente.

20. Em 2 Crônicas 16, relata-se como Asa morreu de sua enfermidade, porque não buscou ao Senhor; mas antes aos médicos; enquanto em Isaias 38, Ezequias viveu porque buscou não aos médicos, mas ao Senhor.

21. Em Isaías 53, a libertação de nossas enfermidades está incluída na Expiação de Cristo, junto com a libertação de nossos pecados. A palavra levou indica substituição (sofrer em lugar de), não compaixão (sofrer com). Se Cristo já levou nossas doenças, por que deveríamos levá-las?

22. Em Mateus 8.16,17, Cristo cumpriu as palavras de Isaías curando todos os que estavam enfermos.

23. Em Jó 2.7; a doença é revelada como vinda diretamente de Satanás. Saiu Satanás e feriu a Jó de uma chaga maligna, desde a planta do pé até ao alto da cabeça. Jó manteve sua fé firme enquanto clamava a Deus pedindo libertação e foi curado. (Veja Jó 42.10,12.)

24. Em Lucas 13.16, Cristo declarou que a mulher enferma era mantida presa por Satanás e devia ser solta. Ele expulsou espírito de enfermidade, e ela foi curada.

25. Em Mateus 12.22, um demônio que possuía um homem era a causa de sua cegueira e mudez. Quando o demônio foi expulso, ele pôde ver e falar.

26. Em Marcos 9.17-27, um demônio era a causa de um menino ser surdo e mudo e também de suas convulsões. Quando o demônio foi expulso, o menino foi curado.

27. Em Atos 10.38 está escrito: Jesus de Nazaré (...) andou(...) curando a todos os oprimidos do diabo. Este versículo mostra que a doença é uma opressão de Satanás.

28. Em 1 João 3.8b está escrito: O Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo. A enfermidade é parte das obras de Satanás. Cristo, em Seu ministério terreno, sempre tratou o pecado, a doença e os demônios da mesma maneira. Eram todos detestáveis a Seus olhos. Ele repreendia todos. Ele Se manifestou para destruir todos eles.

29. Ele não quer que as obras do diabo permaneçam em nosso corpo físico. Ele Se manifestou para destruí-las.Ele não quer que o câncer, uma praga, uma maldição obras do diabo existam em Seus próprios membros. Não sabeis vós que vossos corpos são membros de Cristo? (1 Co 6.15)

30. Jesus disse em Lucas 9.56: O Filho do Homem não veio para destruir as almas [vida] dos homens, mas para salvá-las. A doença destrói; portanto, ela não é de Deus. Cristo veio para nos salvar (do grego, sozo, que significa libertar, salvar e preservar, curar, dar vida, tornar são); jamais para nos destruir.

31. Jesus disse em João 10.10: O ladrão (falando de Satanás) não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância.

32. Satanás é um assassino; suas doenças destroem vidas Suas doenças são os ladrões de felicidade, saúde, dinheiro, tempo e esforços. Cristo veio para nos dar vida abundante em nossas almas e em nossos corpos.

33. Em 2 Coríntios 4.10,11, temos a promessa de que a vida de Jesus está em nossos corpos.

34. Em Romanos 8.11, somos ensinados que a obra do Espírito é vivificar nossos corpos mortais nessa vida.

35. A obra de Satanás é matar. A obra de Cristo é dar vida.

36. Satanás é mau. Deus é bom. Coisas ruins vêm de Satanás Coisas boas vêm de Deus.

37. A doença, portanto, é de Satanás. A saúde, portanto, é de Deus.

38. Em Mateus 10.1, Marcos 16.17 e Lucas 10.19, toda a autoridade e o poder sobre os demônios e doenças foram concedidos a todo discípulo de Cristo. Jesus disse: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente; sereis meus discípulos (Jo 8.31). Então, estes versículos se aplicam a você hoje, isto é, se você continuar em [se concretizar] Sua Palavra.

39. Em João 14.13,14, o direito de orar e receber resposta é dado a todo cristão. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei. Isso, logicamente, inclui pedir cura, se estiver doente.

40. Em Mateus 7.7-11, todo o que pede recebe. Esta promessa é para você. Ela inclui todos os que estão doentes.

41. Em Lucas 10.1,9,19, o ministério de cura foi concedido aos setenta, que representavam os futuros obreiros da Igreja.

42. Em Marcos 16.17, o poder foi outorgado a todos que crêem no Evangelho, isto é, a todos que agem segundo ao Evangelho, ou aos praticantes e cumpridores da Palavra.

43. Em Tiago 5.14 presbíteros da Igreja são comissionados.

44. Em 1 Coríntios 12.9,10, o poder é concedido a toda Igreja como um dos ministérios e dons, até que Jesus venha.

45. Jesus nunca comissionou alguém para pregar o Evangelho sem mandá-lo curar o doente. Ele disse: Em qualquer cidade em que entrardes (...) curai os enfermos que nela houver (Lc 10.8,9). Este mandamento ainda se aplica ao verdadeiro ministério hoje.

46. Jesus disse que continuaria Suas mesmas obras por intermédio por dos cristãos enquanto Ele estiver com o Pai.- Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crer em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai (Jo 14.12). Isso, certamente, inclui a cura de enfermos.

47. Em relação à Ceia do Senhor, o cálice é tomado em memória de Seu sangue que foi derramado para remissão de nossos pecados (1 Co 11.25). O pão é comido em memória de Seu corpo, sobre o qual foram colocadas nossas doenças e as pisaduras pelas quais fomos sarados (1 Co 11.23,24; Ts 53.5).

48. Jesus disse em Marcos 7.13 que certos mestres estavam invalidando a Palavra de Deus pela tradição. As idéias e teoria dos homens, através dos séculos, têm impedido a proclamação e a prática da cura como parte do Evangelho, como foi na Igreja Primitiva.

49. Uma das tradições é dizer que Deus deseja que alguns de Seus filhos sofram doenças. Portanto, muitos dos que recebem oração não são curados, porque não é a vontade de Deus curá-los. Quando Jesus curou o menino possuído pelo demônio em Marcos 9, a quem os discípulos não puderam curar (v. 18) Ele provou que é a vontade de Deus curar mesmo aqueles que falham em receber a cura; além disso, declarou que o fracasso dos discípulos em curar o menino não foi pela vontade de Deus mas pela incredulidade dos discípulos (Mt 17.19,20).

50. O fracasso daqueles que não são curados hoje, quando recebem oração, não se deve ao fato de que Deus não quer curá-los.

51. Se a enfermidade fosse a vontade de Deus, então cada médico seria um transgressor da lei, cada enfermeira profissional seria uma desafiadora do Todo-poderoso, e hospital seria uma casa de rebelião em vez de ser uma casa de misericórdia!

52. Uma vez que Cristo veio fazer a vontade do Pai, o fato de ter curado todos é prova de que é a vontade de Deus que todos sejam curados.

53. Se não é a vontade de Deus que todos sejam curados, como todos, dentre as multidões, obtinham de Cristo o que era vontade de Deus que alguns recebessem? O Evangelho diz que Ele curou todos.

54. Se não é vontade de Deus que todos sejam curados, por que então as Escrituras declaram: Pelas suas pisaduras, fomos sarados (Is 53.5c) e pelas suas feridas fostes sarados (1 Pe 2.24c)? Como poderíamos ser declarados curados, se fosse vontade de Deus que alguns de nós permanecêssemos doentes?

55. Cristo nunca rejeitou aqueles que O procuravam para serem curados. Repetidamente, os Evangelhos nos dizem que Ele curou todos. O Cristo que cura nunca mudou!

56. Uma única pessoa em toda a Bíblia pediu para ser curado dizendo: Se quiseres... Esse foi o pedido do leproso a quem Jesus respondeu imediatamente: Quero; sê limpo (Mc 1.40,41).

57. Outra tradição é afirmar que nós podemos glorificar a Deus melhor sendo pacientes em nossas doenças do que sendo curados. Se a doença glorifica a Deus mais do que a cura, qualquer tentativa de ser curado por meios naturais ou divinos seria um esforço de roubar a glória de Deus a qual deveríamos querer que Ele recebesse.

58. Se a doença glorifica Deus, deveríamos preferir ficar doentes, e não saudáveis.

59. Se a doença glorifica Deus, Jesus roubou de Seu Pai toda glória que Ele, possivelmente, receberia ao curar todos (Lc 4.40), e o Espírito Santo continuou fazendo o mesmo por todo o livro de Atos dos Apóstolos.

60. Em 1 Coríntios 6.20, Paulo diz: Fostes comprados por bom preço, glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.

61. Nosso corpo e nosso espírito foram comprados por bom preço. Devemos dar glórias a Deus em nosso corpo e em nosso espírito.

62. Não glorificamos Deus em nosso espírito permanecendo em pecado, tampouco O glorificamos em nosso corpo permanecendo doentes.

63. João 11.4 é usado para provar que a enfermidade glorifica Deus; mas Ele não foi glorificado enquanto Lázaro não foi ressuscitado da morte. E o resultado foi: Muitos dos judeus (...) creram nele (v. 45).

64. Outra tradição é declarar que enquanto Deus cura alguns, não é Sua vontade curar a todos. No entanto, Jesus, que veio fazer a vontade do Pai, curou todos.

65. Se a cura não é para todos, por que Jesus levou nossas doenças, dores, enfermidades? Se Deus queria que alguns de Seus filhos sofressem, Jesus nos livrou de levar algo que Deus queria que levássemos. Mas, uma vez que Jesus veio fazer a vontade do Pai e levou nossas enfermidades, deve ser a vontade de Deus que todos nós sejamos saudáveis.

66. Se não é a vontade de Deus que todos sejam curados, então as Suas promessas de cura não são para todos. Isso significaria que a fé não vem pelo ouvir a Palavra de Deus somente, mas por receber uma revelação especial de que o Senhor o favorece e deseja curá-lo.

67. Se as promessas de cura de Deus não são para todos, então, não saberíamos qual a vontade de Deus lendo Sua Palavra somente. Isso significa que teríamos de orar até que Ele nos falasse diretamente sobre cada caso em particular. Não poderíamos considerar a Palavra de Deus como dirigida a nós pessoalmente, mas teríamos de fechar nossas Bíblias e orar pedindo urna revelação direta de Deus para sabermos se é Sua vontade curar em cada caso. Isso seria um absurdo! A Palavra de Deus é para todos.

68. A Palavra de Deus revela sua vontade. As promessas de Deus revelam Sua vontade. Quando lemos o que Ele promete fazer, sabemos, então, qual é Sua vontade.

69. Uma vez que está escrito: A fé é pelo ouvir (...) pela Palavra de Deus, a melhor maneira de edificar a fé no coração quando à vontade de Deus de curar e ouvir a parte da Palavra de Deus que promete cura.

70. A fé para a cura espiritual vem pelo ouvir o Evangelho:
Jesus levou nossos pecados. A fé para a cura física vem pelo ouvir o Evangelho: Jesus levou nossas enfermidades.

71. Devemos pregar o Evangelho (sobre o fato de que Ele levou nossos pecados) a toda criatura. Precisamos também ensinar o Evangelho (sobre o fato de que Ele levou nossas enfermidades) a toda criatura.

72. Em João 14.12-14, Cristo enfatizou Sua promessa: Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei, repetindo-a duas vezes. Ele não excluiu a cura dessa promessa. Alguma coisa inclui cura. Tal promessa é para todos.

73. Se a cura não é para todos, naturalmente Cristo teria qualificado Sua promessa em Marcos 11.24 e dito: Tudo o que pedirdes [exceto a cura], orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis. Mas, Ele não disse isso A cura, portanto, está incluída em tudo quanto pedirdes. Essa promessa é para você!

74. Se não é a vontade de Deus curar todas as pessoas, a promessa de Jesus em João 15.7 não seria digna de confiança: Se vos estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.

75. Em Tiago 5.14,15 lemos: Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor, e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará. Tal promessa é para todos, incluindo você, se estiver doente.

76. Se, hoje, Deus tivesse deixado de curar em resposta às orações de cura e começado a curar apenas por meio da ciência médica, como a Teologia moderna sugere, significaria que ele estaria exigindo que usássemos um método inferior durante a melhor dispensação. Ele curou todos antes, entretanto, atualmente, muitas doenças são consideradas incuráveis pela ciência médica.

77. Paulo diz que Deus nos tem preparado para toda boa obra (2 Tm 2.21b), perfeitamente instruído para toda boa obra (2 Tm 3.17b), para que abundemos em toda boa obra (2 Co 9.8). Uma pessoa doente não está à altura dessas instruções bíblicas.

Tais condições seriam impossíveis, se a cura não fosse para todos. Ou a cura não é para todos, ou esses versículos não se aplicam a todos.

78. A cura física no Novo Testamento era chamada de misericórdia, e foi a misericórdia de Deus que sempre O moveu para curar os doentes. Sua promessa é a de que Ele é abundante em benignidade para com todos os que te invocam (Sl 86.5). Isso inclui você hoje.

79. A tradução correta de Isaias 53.4 é: Verdadeiramente [certamente], ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si. Para provar que nossas doenças foram levadas por Cristo, assim como nossos pecados também foram levados, o mesmo verbo hebraico para suportar e levar é usado para descrevê-los.

80. Cristo foi feito pecado por nós (2 Co 5.21) quando levou nossos pecados (1 Pe 2.24).Ele foi feito maldição por nós (Gl 3.13) ao levar nossas enfermidades (Mt 8.17).

81. Uma vez que Cristo levou nossos pecados, quantas pessoas Ele quer perdoar?

Resposta: Todo aquele que crê. Uma vez que Cristo levou nossas enfermidades, quantos Ele quer curar? Resposta: Ele curou todos.

82. Outra tradição afirma que, se somos justos e retos, devemos esperar que a doença faça parte de nossa vida. As Escrituras são citadas: Muitas São as aflições do justo (SI 34.19a) mas isso não quer dizer doença como alguns querem que acreditemos. Esse texto trata de tribulações, provações, perseguições, tentações etc, mas nunca de doenças ou enfermidades físicas.

83. Seria uma contradição dizer: "Cristo levou nossas enfermidades e com Suas pisaduras fomos sarados", mas depois acrescentar: "Muitas são as enfermidades do justo, as quais Deus deseja que ele as suporte".

84. Para provar essa tradição, às vezes é citado o texto: E o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes padecido um pouco, ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá (1 Pe 5.10).

Este padecer não se refere a sofrer com doenças, mas a padecer de muitas maneiras das quais o povo de Deus tem sofrido por seu testemunho (veja Atos 5.41; 2 Co 12).

85. Outra tradição refere-se ao fato de que não devemos esperar a cura para determinadas aflições. Cita-se o versículo: Está alguém entre vós aflito? Ore (Tg 5.13a). Novamente, isso não se refere a doenças, mas aos fatos apontados no item

86. Outra tradição: Deus castiga Seus filhos com doenças. Citam-se os versículos de Hebreus 12.6-8: O Senhor corrige o que ama... É verdade. Deus corrige aqueles que ama, mas não diz que Ele os faz adoecer. O verbo corrigir, nesse caso, significa instruir, treinar; disciplinas; ensinar ou educar, assim como um professor instrui seu aluno, ou como um pai treina e ensina a seu filho.

87. Quando um professor exercita o aluno, ele pode em pregar vários métodos de disciplina, mas nunca a doença. Quando um pai ensina a seu filho, ele o corrige de diferentes métodos, no entanto, nunca impondo uma doença física sobre ele. Para que nosso Pai Celestial nos corrija, Ele não precisa colocar uma doença sobre nós.

Nossas doenças foram lançadas sobre Cristo. Deus não exigiria que suportássemos, como castigo, o que Jesus já suportou por nós como nosso Substituto. O sacrifício de Cristo nos libertou para sempre da maldição do pecado e da enfermidade que Ele suportou por nós.

88. A tradição mais comum é a velha declaração: a velha declaração: era dos milagres já passou. Para tal fato ser verdade, não poderia ocorrer milagre algum. Se ocorresse apenas um milagre, provaria que a era dos milagres ainda não acabou.

89. Se o tempo dos milagres já passou, uma pessoa poderia nascer de novo, porque o novo nascimento é o maior milagre do mundo.

90. Se a era dos milagres já passou, como alguns afirmam, significa que todas as evidências técnicas produzidas em centenas de laboratórios de todo o mundo sobre inumeráveis casos de curas milagrosas seria falsas, e as promessas de Deus de fazer tais coisas não seria para hoje.

91. Quem declara que a época dos milagres já passou nega a necessidade, os privilégios e os benefícios da oração. Quando Deus ouve e responde à oração, seja um pedido de um selo de correio ou um pedido de cura de um coxo, isso é um milagre.

Se as orações recebem resposta, a resposta é um milagre. Se não há milagres, não há razão para a fé. Se não há milagres, a oração é ridícula; e somente a ignorância levaria um homem a orar e esperar uma resposta. Deus não pode responder à oração sem realizar um milagre. Se oramos, devemos esperar que a oração seja atendida.

Se for atendida, foi Deus que a respondeu. E se Deus respondeu à oração, ele realizou algo sobrenatural. Isso é um milagre. Hoje, negar os milagres é zombar da oração.

92. A era dos milagres não passou, porque Aquele que opera milagres não mudou: Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente (Hb 13.8).

93. Quando Jesus enviou Seus discípulos para pregarem o evangelho, Ele lhes disse: E estes sinais [sobrenaturais] seguirão as que crerem (Mc 16.17). Isso era para toda criatura, para todas as nações, até a consumação dos séculos. A consumação dos séculos ainda não chegou; logo, a era dos milagres ainda não acabou. A comissão de Cristo nunca foi retirada ou anulada.

94. A promessa de Cristo para a alma (ser salva) esta na Grande Comissão e é para todos. Sua promessa para o corpo (ser curado) está na Grande Comissão e é para todos. Negar que uma parte da Grande Comissão é para nós hoje é negar que a outra parte é para nós hoje. Enquanto a Grande Comissão estiver em vigor os pecadores podem ser curados espiritualmente e os doentes podem ser curados fisicamente crendo no Evangelho. Milhares de pessoas sinceras de todo o mundo estão recebendo os benefícios tanto da cura física como da cura espiritual através de sua fé simples nas promessas de Deus.

95. Cristo levou seus pecados para que você fosse perdoado. A vida eterna é sua. Reivindique esta bênção e confesse-a pela fé; Deus a cumprirá em sua vida.

96. Cristo levou suas doenças para que você fosse curado. A saúde divina é sua. Reivindique esta bênção e confesse-a pela fé. Deus a manifestará em seu corpo.

97. Como todos os dons redentores de Cristo, a cura deve ser recebida pela fé simples somente, sem meios naturais, e quando recebida, deve ser consagrada somente ao serviço e glória de Cristo.

98. Uma vez que Romanos 8.32 é verdade hoje, Deus está tão disposto a curar os que O adoram como está disposto a perdoar Seus inimigos. Isto é, se quando você era pecador, Deus quis perdoá-lo, agora que você é Seu filho, Ele quer curá-lo. Se Deus foi tão misericordioso para perdoá-lo quando você era inimigo dEle, Ele é misericordioso para curá-lo agora que você O adora.

99. O pecador deve aceitar as promessas de Deus como verdadeiras e crer que ele está perdoado antes de experimentar a alegria da cura espiritual. O doente deve aceitar a promessa de Deus e como verdadeira e crer que está curado antes de poder experimentar a alegria da cura física.

100. A todos [pecadores] quantos o receberam (...)nasceram (...) de Deus (Jo 1.12,13). Todos os [enfermos] que lhe tocavam saravam (Mc 6.56).

Quando pregamos que a vontade de Deus é sempre curar, surge imediatamente a questão: "Como, então, as pessoas morreriam?"

A Palavra de Deus diz: Se lhes tiras a respiração, morrem e voltam ao próprio pó (Sl 104.29b). Lemos em Jó 5.26: Na velhice virás à sepultura, como se recolhe o feixe de trigo a seu tempo.

Para chegarmos à plenitude de nossa idade e para que Deus tire nosso fôlego não é necessário a ajuda de um câncer ou de qualquer outra doença. A vontade de Deus para a morte de Seus filhos é que, depois de terem vivido uma vida frutífera e cumprido o número de seus dias, simplesmente parem de respirar e durmam em Cristo, para acordarem do outro lado e viverem com Ele para sempre. Assim estaremos sempre com o Senhor (1 Ts 4.17c). De fato, essa é a bendita esperança dos justos.

Pois que tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque conheceu o seu nome. Ele me invocará, e eu responderei; estarei com ele na angústia; livrá-lo-ei e o glorificarei. Dar-lhe-ei abundância de dias e lhe mostrarei a minha salvação.
Salmos 91.14-16

Reconhecimento:

Para apresentar esses cem fatos sobre a cura divina, somos devedores a F. F. Bosworth por seus escritos, dos quais colhemos vários dos pensamentos aqui expressos.

Sua literatura sobre fé tem permitido que milhares de pessoas compreendam as verdades sobre cura, sem as quais elas não teriam sido curadas. Lendo seu livro "Christ, The Healer" (Jesus, O que cura), você poderá compreender, em poucas horas, o que o Rev. Bosworth levou 30 anos para aprender, trabalhando duro no ministério de cura por todos os EUA e Canadá.

Eu recomendo que todo cristão, pastor, professor e evangelista obtenha uma cópia dessa obra-prima de edificação da fé e a leia repetidamente.

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